segunda-feira, 24 de abril de 2017

Arcadia: Arcade



Observação:
a quantidade de fichas usadas no jogo para confecção deste post será mantida em sigilo para preservar a autoestima do autor.

Embora eu tenha feito essa brincadeira aí na observação do texto, uma coisa é verdade, depois de muito tempo sem jogar um navinha eu percebi o quanto a gente enferruja e pode voltar a melhorar com um breve treino.

Arcadia é excelente neste aspecto. Eu não conhecia o jogo e como sabia do tempo que estava sem encarar um navinha de arcade e ciente das minhas habilidades básicas neste estilo de jogo, é claro que eu já estava mentalmente preparado para ser retalhado sem dó pela máquina emuladora.

O Último Assoprador de Fitas



Você já pensou que vai chegar um dia em que qualquer pessoa que for falar sobre jogos antigos, jogar e comentar sobre eles, simplesmente serão pessoas que não viveram a época deles? Será um grupo de jogadores que não saberão exatamente como era a atmosfera da época dos consoles que eles mesmos jogam e trocam ideias.

Chegará um dia em que nenhum jogador poderá dizer: “Ah! Esse era da minha época!” Não pelo menos em relação aos consoles iniciais e toda a magia e atmosfera que cercavam eles. Isso é estranho e vai acontecer.

Tudo Que É Ruim É Bom Para Você


O post a seguir é uma breve resenha do livro somada a minha argumentação pessoal. Portanto nem tudo que o post cita se refere ao livro, sem perder, obviamente, a intenção de resenha e divulgação da obra.

Steven Johnson no livro “Tudo Que é Ruim é Bom Para Você”, defende as mídias populares e de massa como uma forma de aprendizado. Ele foca nos Games, TV, Internet e Cinema.

Essas quatro mídias são analisadas por Steven na sua estrutura e complexidade no decorrer dos anos, e a conclusão do autor é, ao contrário do que muitos críticos dizem, que a cultura de massa está ficando cada vez mais complexa e que até mesmo o produto ruim de hoje é melhor do que o ruim de tempos atrás.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Cosmic Commuter: Atari 2600


O legal ao rejogar um game Atari é relembrar como os as coisas boas e inteligentes nos jogos eram vistas apenas como divertidas e chamativas na época do canal 03, sintonia fina e "bombril" na antena. Nada mais que isso. Apenas falávamos: “Isso aqui presta e isso aqui não vale a pena”, definição simples e direta, do jeito que toda criança sabe fazer ao escolher o cartucho de dentro da caixa de sapatos repleto de outros títulos.

Hoje usamos muito de comparações. Comparações com os outros consoles que vieram depois, outros jogos, e essas comparações quase que sem querer destacam ainda com mais força as coisas boas e ruins dos jogos anteriores, em especial do Atari. É por isso que toda “análise” deve ser feita sempre dentro do contexto da época e isso é muito difícil. É por isso que se eu falo ou destaco com entusiasmo que “River Raid fazia abastecimentos, tinha aceleração e checkpoints” é porque para a época e para aquele hardware eram coisas a se destacar mesmo.


segunda-feira, 27 de março de 2017

Wendy: Game Boy Color


Esse jogo faz jus ao color do Game Boy Color. Além de muito bonito lembrando desenho animado com vários personagens, as cores foram usadas ao máximo para extrair o que o portátil tem de melhor neste quesito.
 

Sailor Moon S: Game Gear


Certo. Bishoujo Senshi Sailor Moon S é um jogo específico para quem gosta do anime, é o que temos de mais próximo do termo fã service, não tenho dúvidas, e eu afirmo isso porque gosto muito de Sailor Moon e mesmo assim olhando o jogo apenas pelo jogo em si, Sailor Moon S deixa muito a desejar